Olá, o Sêo Delaqua está de casa nova. Como muita coisa mudou desde quando este blog começou, chegou a hora dele mudar também. Agora ele está hospedado no:
http://lucasdelaqua.wordpress.com/
Com o conteúdo definido, estou migrando para a plataforma WordPress. Espero que gostem.
Vou manter o Sêo Delaqua para escrevr coisas não relacionadas a contratos, mas em um ritmo bem mais leve. Espero que apreciem a mudança. Atualizem seus bookmarks e readers.
Um abraço!
Quarta-feira, Agosto 05, 2009
Segunda-feira, Agosto 03, 2009
Parceria de Risco
Migalhas: Peso:
As parcerias de risco como alternativa à quebra contratual
Em interessante artigo, Dr. Roberto Pitaguari Germanos e Dra. Keili Uema do Carmo Vilibor, advogados do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados, expões sobre as Parcerias de Risco.
Esta modalidade de contrato permite uma maior flexibilidade de demanda e pode ser uma boa maneira de manter um fornecedor/parceiro em tempos instáveis de crise. Confiram.
Este POST está agora em: http://lucasdelaqua.wordpress.com/2009/08/03/parceria-de-risco/
As parcerias de risco como alternativa à quebra contratual
Um dos efeitos diretos e mais evidentes da atual crise financeira é a falta de dinheiro em caixa nas empresas. A falta de liquidez pode se traduzir em atrasos no pagamento de fornecedores ou dos custos fixos para manutenção da atividade empresarial. Em última instância, leva à rescisão de contratos estratégicos para a continuidade dos negócios, comprometendo a sobrevivência das atividades desenvolvidas. E se a empresa vai mal, seus fornecedores de bens e serviços também sofrem conseqüências negativas, na medida em que os laços contratuais vão se deteriorando, seja por falta de pagamento, seja pela diminuição na capacidade produtiva pela falta de capital de giro.
Existem, no entanto, técnicas organizacionais alternativas que podem dar fôlego à empresa, e, ao mesmo tempo, preservar as relações comerciais, muitas vezes desenvolvidas e cultivadas a duras penas. Trata-se da utilização do conceito de parcerias de risco. Funciona da seguinte maneira: a relação comercial, antes baseada na troca de bens ou serviços por um determinado preço, é sofisticada com o estabelecimento de acordos que transmitem ao fornecedor parcela dos custos ou riscos do bem ou serviço tomado. Em contrapartida, a empresa garante ao fornecedor a divisão dos resultados futuros do empreendimento, à proporção do investimento absorvido. Assim os empresários diluem custos, riscos e incertezas de mercado, para que possam compartilhar dos ganhos e benefícios no final do processo.
Em interessante artigo, Dr. Roberto Pitaguari Germanos e Dra. Keili Uema do Carmo Vilibor, advogados do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados, expões sobre as Parcerias de Risco.
Esta modalidade de contrato permite uma maior flexibilidade de demanda e pode ser uma boa maneira de manter um fornecedor/parceiro em tempos instáveis de crise. Confiram.
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Skype pode acabar em 2010
Skype in danger of being shut down
Está ai um exemplo de falta de cuidado com o contrato. Um acordo de compra e venda de U$2,6 bilhões, e umas das principais licenças de protocolo ficou de fora. A falta de precisão no contrato poderá agora impactar 480 milhões de usuários ao redor do mundo.
O julgamento do caso está marcado para junho de 2010.
Fonte: www.neowin.net via www.admit.com.br
Este POST está agora em: http://lucasdelaqua.wordpress.com/2009/08/03/skype-pode-acabar-em-2010/
Back in 2005, eBay bought Skype from Joltid. The 2.6 billion dollar price tag did not include the "Global Index P2P software" that Skype is based on. Joltid is trying to cancel the license that Skype uses for this technology. If this happens, the Skype service will be shut down permanently.
Está ai um exemplo de falta de cuidado com o contrato. Um acordo de compra e venda de U$2,6 bilhões, e umas das principais licenças de protocolo ficou de fora. A falta de precisão no contrato poderá agora impactar 480 milhões de usuários ao redor do mundo.
O julgamento do caso está marcado para junho de 2010.
Fonte: www.neowin.net via www.admit.com.br
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Domingo, Agosto 02, 2009
Clipping
Emprego da Gestão de Documentos no Gerenciamento de Contratos:
Gerenciamento de Projetos X Gerenciamento de Contratos:
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Quinta-feira, Julho 30, 2009
Mais multas...
G1 > Economia e Negócios - NOTÍCIAS - Procon-SP multa 20 empresas por descumprir regras de telemarketing
Só a Vivo e a Claro foram multadas em 3,2 milhões cada. A Telecom, TVA, Citicard, Ameplan, Amico, Itálica, Aviccena, Citibank, Banco Mercantil, Caixa Econômica Federal, Banco Ibi, Banco Gmac, Consortec, Allianz Seguros, Liberty Seguros, Marítima, Azul Linhas Aéreas e Expresso Brasileiro também sofreram com a canetada. O Valor total ultrapassa os 10 milhões de reais.
Na minha opinião, café-pequeno, eu acredito que as empresas gastariam muito mais do que isso para adequar suas operações ao nível exigido. Enquanto isso se o bolso deles aperta, sobra para nós clientes pagarmos.
Mais uma vez retornamos ao assunto dos SLAs em contratos de centros de teleatendimento, enquanto estes não forem revistos ou o valor das multas não aumentarem, podemos crer que tudo permanecerá como antes no quartel de Abrantes.
Este POST está agora em: http://lucasdelaqua.wordpress.com/2009/07/30/mais-multas/
O Procon de São Paulo multou 20 empresas por descumprirem as novas regras para o Serviço de Atendimento ao Consumidor nesta quinta-feira (30). Essas regras valem para empresas reguladas pelo poder público federal, como as de telefonia, TV paga e serviços financeiros, entre outras.
Só a Vivo e a Claro foram multadas em 3,2 milhões cada. A Telecom, TVA, Citicard, Ameplan, Amico, Itálica, Aviccena, Citibank, Banco Mercantil, Caixa Econômica Federal, Banco Ibi, Banco Gmac, Consortec, Allianz Seguros, Liberty Seguros, Marítima, Azul Linhas Aéreas e Expresso Brasileiro também sofreram com a canetada. O Valor total ultrapassa os 10 milhões de reais.
Na minha opinião, café-pequeno, eu acredito que as empresas gastariam muito mais do que isso para adequar suas operações ao nível exigido. Enquanto isso se o bolso deles aperta, sobra para nós clientes pagarmos.
Mais uma vez retornamos ao assunto dos SLAs em contratos de centros de teleatendimento, enquanto estes não forem revistos ou o valor das multas não aumentarem, podemos crer que tudo permanecerá como antes no quartel de Abrantes.
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Emprego da Gestão de Documentos no Gerenciamento de Contratos
Parece redundante, mas não é, a gestão dos documentos exerce papel fundamental no gerenciamento dos contratos. Inobstante o próprio contrato ser um documento, muitos outros documentos surgirão em decorrência da existência dele (notas fiscais, estudos técnicos, pareceres, atas de reuniões, etc). Ter estes documentos sempre a disposição e organizados de maneira eficiente é essencial para que, o gerente ou administrador do contrato, possa tomar decisões baseadas na informação produzida.
A gestão de documentos, vale dizer, significa o gerenciamento de todo o ciclo de vida dos documentos de arquivo, desde a sua produção, organização, tramitação e uso até a sua destinação final, assegurando, assim, a eliminação criteriosa dos documentos destituídos de valor para guarda permanente e a preservação daqueles de valor informativo, probatório ou histórico.
Considerada como um dos maiores avanços da Arquivologia desde seu surgimento como disciplina, no século XIX. A Gestão documental acompanhou a evolução da civilização moderna, esta prática é adotada com a finalidade de reduzir seletivamente, a proporções manipuláveis a massa de documentos, sem menosprezar a integridade substantiva da massa documental para efeitos de pesquisa.
A prática de Gestão Documental foi desenvolvida no findar da Segunda Guerra Mundial, por EUA e Canadá com a finalidade de tornar mais eficiente o uso dos documentos na administração pública. Dava-se início ao que é chamado de “Administração Científica”, que consistia em mostrar aos administradores como racionalizar o processo administrativo, desenvolvendo suas atividades de forma menos dispendiosa, melhor e mais rápida.
Este modelo de administração, calcado na gestão dos documentos, permitia aos países que o adotaram, garantir que as políticas e atividades dos governos fossem documentadas adequadamente de forma organizada. Além disso por documentar bem as atividades desenvolvidas era possível garantir uma maior transparência entre Governo e Cidadão.
Estes fatores fizeram com que a iniciativa privada visse na Gestão Documental uma ferramenta estratégica de negócios. Gestão de bens intangíveis (capital intelectual, por exemplo), facilitar a gestão e auxiliar nas tomadas de decisão, foram fatores que levaram esta prática para dentro das empresas.
Hoje a Gestão Documental aliada a tecnologia disponível permite que gerentes e administradores tenham fácil acesso, por meio de internet ou intranet, a documentos que antes ficam arquivados ou apenas guardados dentro da empresa.
Porém a tecnologia da informação não é um fim em si mesmo, trata-se de um conjunto de recursos que auxilia a efetividade e eficiência. A organização sistemática destes documentos, de maneira clara, além de facilitar o acesso aos mesmos, evita com que estes sejam destruídos ou perdidos em armários e gavetas. Por isso o fator humano ainda é essêncial nesta atividade.
Por fim, vemos como vantagens na adoção da prática de Gestão Documental os seguintes aspectos:
• O reconhecimento da informação como um recurso fundamental
• A informação como parte da gestão do capital intelectual
• Transparência
• Facilidade na gestão de documentos (correntes e intermediários)
• Proteção ao histórico de acontecimentos
Dado os fatos, podemos concluir que a gestão de documentos pode, e deve, ser aplicada nos mais diversos setores, públicos ou privados, pessoal ou profissional. Sua execução deve garantir grandes benefícios ao praticante.
Fontes:
Gestão de Documentos: recurso estratégico na modernização dos serviços arquivísticos governamentais, em www.cinform.ufba.br acessado em 30/07/2009.
Gestão de Documentos como ferramenta estratégica de negócios, em www.administradores.com.br acessado em 30/07/2009.
Conceito e prática de gestão de documentos, em www.tudosobreconcursos.com acessado em 30/07/2009.
POST agora em: http://lucasdelaqua.wordpress.com/2009/07/30/emprego-da-gestao-de-documentos-no-gerenciamento-de-contratos/
A gestão de documentos, vale dizer, significa o gerenciamento de todo o ciclo de vida dos documentos de arquivo, desde a sua produção, organização, tramitação e uso até a sua destinação final, assegurando, assim, a eliminação criteriosa dos documentos destituídos de valor para guarda permanente e a preservação daqueles de valor informativo, probatório ou histórico.
Considerada como um dos maiores avanços da Arquivologia desde seu surgimento como disciplina, no século XIX. A Gestão documental acompanhou a evolução da civilização moderna, esta prática é adotada com a finalidade de reduzir seletivamente, a proporções manipuláveis a massa de documentos, sem menosprezar a integridade substantiva da massa documental para efeitos de pesquisa.
A prática de Gestão Documental foi desenvolvida no findar da Segunda Guerra Mundial, por EUA e Canadá com a finalidade de tornar mais eficiente o uso dos documentos na administração pública. Dava-se início ao que é chamado de “Administração Científica”, que consistia em mostrar aos administradores como racionalizar o processo administrativo, desenvolvendo suas atividades de forma menos dispendiosa, melhor e mais rápida.
Este modelo de administração, calcado na gestão dos documentos, permitia aos países que o adotaram, garantir que as políticas e atividades dos governos fossem documentadas adequadamente de forma organizada. Além disso por documentar bem as atividades desenvolvidas era possível garantir uma maior transparência entre Governo e Cidadão.
Estes fatores fizeram com que a iniciativa privada visse na Gestão Documental uma ferramenta estratégica de negócios. Gestão de bens intangíveis (capital intelectual, por exemplo), facilitar a gestão e auxiliar nas tomadas de decisão, foram fatores que levaram esta prática para dentro das empresas.
Hoje a Gestão Documental aliada a tecnologia disponível permite que gerentes e administradores tenham fácil acesso, por meio de internet ou intranet, a documentos que antes ficam arquivados ou apenas guardados dentro da empresa.
Porém a tecnologia da informação não é um fim em si mesmo, trata-se de um conjunto de recursos que auxilia a efetividade e eficiência. A organização sistemática destes documentos, de maneira clara, além de facilitar o acesso aos mesmos, evita com que estes sejam destruídos ou perdidos em armários e gavetas. Por isso o fator humano ainda é essêncial nesta atividade.
Por fim, vemos como vantagens na adoção da prática de Gestão Documental os seguintes aspectos:
• O reconhecimento da informação como um recurso fundamental
• A informação como parte da gestão do capital intelectual
• Transparência
• Facilidade na gestão de documentos (correntes e intermediários)
• Proteção ao histórico de acontecimentos
Dado os fatos, podemos concluir que a gestão de documentos pode, e deve, ser aplicada nos mais diversos setores, públicos ou privados, pessoal ou profissional. Sua execução deve garantir grandes benefícios ao praticante.
Fontes:
Gestão de Documentos: recurso estratégico na modernização dos serviços arquivísticos governamentais, em www.cinform.ufba.br acessado em 30/07/2009.
Gestão de Documentos como ferramenta estratégica de negócios, em www.administradores.com.br acessado em 30/07/2009.
Conceito e prática de gestão de documentos, em www.tudosobreconcursos.com acessado em 30/07/2009.
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Sexta-feira, Julho 24, 2009
Contratos na Copa
Migalhas: Peso
No artigo "Copa e os contratos administrativos" o Dr. Cristiano Tutikian expõe algumas nuances que deverão ser levadas em conta pelas cidades-sede.
Ressalto que além da preocupação na hora de formalizar estes contratos, as cidades-sede, deverão também focar na gestão da execução dos mesmos. Neste sentido a figura do gestor contratual ou gerente de projeto será fundamental.
O controle de prazo, recursos (dinheiro inclusive) e escopo será fator determinante na boa execução dos projetos. Somente o acompanhamento destes controles aliado a divulgação dos mesmos poderá garantir a transparência na execução destes contratos.
Desta forma será possível reduzir o disperdício de dinheiro e as irregularidades nas obras, respeitando assim a opinião pública. Assim evita-se o que aconteceu no Rio de Janeiro no advento dos jogos Panamericanos, onde o valor gasto foi incrivelmente superior ao planejado.
Além disso mais uma vez notamos aqui um possível aumento de demanda no mercado de profissionais de gestão de contratos e projetos. Muitos contratos EPC e também de prestação de serviços devem estar por vir. Mais uma vez, senhores, ao trabalho!
POST agora em: http://lucasdelaqua.wordpress.com/2009/07/24/contratos-na-copa/
A correta estruturação jurídica dos grandes projetos é fundamental e deve ser elaborada com base em constante diálogo entre Poder Público e iniciativa privada. Além disso, há instrumentos a serem utilizados pelo parceiro privado, a fim de que seja garantido o equilíbrio contratual.
Pelo modelo gerencial de Administração Pública, o formalismo é substituído pelo incremento de controles de resultados. Nessa linha, por exemplo, existe a possibilidade de alterações qualitativas nos contratos administrativos, em face de situações supervenientes à contratação, hipótese em que não há limite previamente fixado na Lei de Licitações.
No artigo "Copa e os contratos administrativos" o Dr. Cristiano Tutikian expõe algumas nuances que deverão ser levadas em conta pelas cidades-sede.
Ressalto que além da preocupação na hora de formalizar estes contratos, as cidades-sede, deverão também focar na gestão da execução dos mesmos. Neste sentido a figura do gestor contratual ou gerente de projeto será fundamental.
O controle de prazo, recursos (dinheiro inclusive) e escopo será fator determinante na boa execução dos projetos. Somente o acompanhamento destes controles aliado a divulgação dos mesmos poderá garantir a transparência na execução destes contratos.
Desta forma será possível reduzir o disperdício de dinheiro e as irregularidades nas obras, respeitando assim a opinião pública. Assim evita-se o que aconteceu no Rio de Janeiro no advento dos jogos Panamericanos, onde o valor gasto foi incrivelmente superior ao planejado.
Além disso mais uma vez notamos aqui um possível aumento de demanda no mercado de profissionais de gestão de contratos e projetos. Muitos contratos EPC e também de prestação de serviços devem estar por vir. Mais uma vez, senhores, ao trabalho!
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Segunda-feira, Julho 20, 2009
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